A frase de Kubitschek: “Tudo se transforma em Alvorada nesta cidade que se abre para o amanhã” se encaixa bem para Brasília. Uma das cidades mais novas do Brasil, com apenas 51 anos, ela está na construção de sua identidade e se estabelecendo enquanto cidade e lugar.
Fui em Brasília acompanhada de minha mãe, em setembro de 2010. Assim que cheguei, a cidade me pareceu inóspita, não acolhedora e distante. Só quando passei pela Ponte JK e vi o Lago Paranoá senti uma ligação, porque o lago representava uma lembrança musical de minha adolescência: o hit “Eu sou surfista do lago Paranoá” do grupo Natiruts. O lago é normal, mas como remontava uma memória afetiva, eu adorei conhecê-lo.
Como estava em um ano de eleições presidenciais, conhecer o Congresso Nacional, o Supremo Tribunal Federal e o Palácio da Alvorada tinha uma importância especial.
Brasília tem um toque mais que especial, pois é uma verdadeira exposição , ao sol aberto, de monumentos feitos pelo genial Oscar Niemeyer. Por todo canto da cidade a gente vê a cara do arquiteto. Coloco aqui o meu preferido: a Catedral.
A cidade é impressionantemente projetada. Pra quem não sabe, ela foi arquitetada em forma de avião, assim é dividida por asa sul e asa norte, o eixo principal com a cabine e a cauda. As ruas não tem nomes como as nossas, e tudo é encontrado por números, ficando muito mais fácil de não se perder, pois se você está no nº 10 já sabe que passou no nº 9 e tá chegando no nº 11. Apesar de parecer mais prático, é muito confuso pra gente que já está acostumado de outra forma.
Chegamos num clima árido, a cidade toda estava seca e marrom, sem vida e sem cor. A temperatura também era da mesma forma. Seca, sem umidade, sem ventos. Um calor que parecia queimar a sua pele e rasgar a sua boca. No entanto, foi justamente esse clima que fez com que o famoso Paranoá fosse escavado, o que trouxe novos ares e nova beleza para a cidade.
Além do calor, tudo parecia distante, para andar de um quarteirão ao outro andávamos muito, pois as ruas eram extremamente largas. Parecia ser tudo planejado para carros e não para pessoas. Acho que isso é muito o reflexo de um pensamento da época em que ela foi projetada, porque acreditava-se que o futuro era o automóvel, e que a cidade daquela forma era o supra sumo da modernidade.
Dicas: Em primeiro lugar, procure a melhor época pra viajar, com o melhor clima. Como fui para um congresso, não pude escolher a data e cheguei num dos piores climas. Tudo estava seco e marrom. Com certeza, com tudo verdinho e com um tempo não tão castigante a viagem é bem mais agradável.
É isso ai!
Fui em Brasília acompanhada de minha mãe, em setembro de 2010. Assim que cheguei, a cidade me pareceu inóspita, não acolhedora e distante. Só quando passei pela Ponte JK e vi o Lago Paranoá senti uma ligação, porque o lago representava uma lembrança musical de minha adolescência: o hit “Eu sou surfista do lago Paranoá” do grupo Natiruts. O lago é normal, mas como remontava uma memória afetiva, eu adorei conhecê-lo.
Como estava em um ano de eleições presidenciais, conhecer o Congresso Nacional, o Supremo Tribunal Federal e o Palácio da Alvorada tinha uma importância especial.
Pra quem não sabe esse prédio grande na vertical é em forma da letra "H", que simboliza "Honestidade".
Brasília tem um toque mais que especial, pois é uma verdadeira exposição , ao sol aberto, de monumentos feitos pelo genial Oscar Niemeyer. Por todo canto da cidade a gente vê a cara do arquiteto. Coloco aqui o meu preferido: a Catedral.
A cidade é impressionantemente projetada. Pra quem não sabe, ela foi arquitetada em forma de avião, assim é dividida por asa sul e asa norte, o eixo principal com a cabine e a cauda. As ruas não tem nomes como as nossas, e tudo é encontrado por números, ficando muito mais fácil de não se perder, pois se você está no nº 10 já sabe que passou no nº 9 e tá chegando no nº 11. Apesar de parecer mais prático, é muito confuso pra gente que já está acostumado de outra forma.
Chegamos num clima árido, a cidade toda estava seca e marrom, sem vida e sem cor. A temperatura também era da mesma forma. Seca, sem umidade, sem ventos. Um calor que parecia queimar a sua pele e rasgar a sua boca. No entanto, foi justamente esse clima que fez com que o famoso Paranoá fosse escavado, o que trouxe novos ares e nova beleza para a cidade.
Além do calor, tudo parecia distante, para andar de um quarteirão ao outro andávamos muito, pois as ruas eram extremamente largas. Parecia ser tudo planejado para carros e não para pessoas. Acho que isso é muito o reflexo de um pensamento da época em que ela foi projetada, porque acreditava-se que o futuro era o automóvel, e que a cidade daquela forma era o supra sumo da modernidade.
Infelizmente, não cheguei a curtir a noite, mas mesmo assim há alguns bairros gastronômicos maravilhosos. Não tenho dúvida que a noite brasiliense deve pulsar, sendo a cidade natal, e amada, pelo imortal Renato Russo, a que sacudiu Cássia Eller e que abriu o espaço pro reggae do Natiruts. Tem um histórico muito musical ali. Além disso, é a cidade dos figurões, todos os políticos estão lá... Tenho certeza que os restaurantes não ficam nem um pouco atrás dos de São Paulo. Acho que volto pra Brasília só pra ver o show de música em volta do Lago Paranoá ou pra ver uma mesa recheada de deputados comendo em algum restaurante francês caríssimo. (acho que essa cena já dá um outro post rs).
Por ter sido sonhada e projetada por Kubitschek tudo na cidade parace reverenciar seu “criador”. Em todos os lugares você se depara com algo do ex-presidente. Pode ser uma foto, uma estátua, uma frase. Mas ele está lá, sempre presente e imortal. Enfim, a visita vale a pena pela arquitetura, pelos museus, pela história e por ser o “panteão político” do país.Dicas: Em primeiro lugar, procure a melhor época pra viajar, com o melhor clima. Como fui para um congresso, não pude escolher a data e cheguei num dos piores climas. Tudo estava seco e marrom. Com certeza, com tudo verdinho e com um tempo não tão castigante a viagem é bem mais agradável.
Quanto ao passeio na cidade: nós passeamos com um taxista, que nos levou em alguns pontos bem próximos do hotel e nos cobrou R$ 80. Isso foi no primeiro dia. Como achamos caro, no outro dia resolvemos conhecer tudo a pé e de ônibus, o que nos deu autonomia, mas foi MUITO cansativo. Descobrimos, então, aqueles ônibus turísticos de dois andares, que cobram cerca de R$ 30. Pra quem quer conforto, acho que é a melhor opção.
É isso ai!
Até a próxima!
Bia Brandão


